segunda-feira, 20 de junho de 2011

"We all have to try it"

Há momentos na nossa vida que vemos que temos que avançar com a nossa vida, que nos deparamos com uma vida ancorada, uma vida ancorada mas que não nos satisfaz. Sentes-te no mesmo sitio, na mesma zona durante muito tempo e isso assusta-te, porque não é a vida que tu queres para ti, não é a vida que desejas-te ter. Mas o que podes fazer em relação a isso? Paras e habituaste a vida que levas ou simplesmente fazes alguma coisa para a melhorar? Não te mexes ou vais à luta? São estas as decisões que tens de tomar.
Primeiro pensas se queres que a tua vida se torne repetitiva e vazia, sem qualquer propósito, pensas se queres ser mais uma no mundo, ou UMA num milhão. Queres marcar o mundo e dizer "Eu estive cá!". Ou queres simplesmente viver sem objectivos? Os sonhos são objectivos, são coisas que corres atrás, mesmo que te perguntem "não chega?" Não, não chega! Mesmo que demorem dias, meses ou anos, não vais desistir do que tanto ambicionas, percorres até ao fim do próprio mundo se preciso, porque não queres ser mais uma.


Custa crescer, custa criares-te, custa perder pessoas pelo caminho, custa aprender e ver que o mundo não é bem como o pintávamos, com pinceladas relaxadas e alegres; o mundo é pintado de uma forma bruta e simples, as coisas são como realmente as vemos, sem duplos significados, sem maneirismos. Custa lutar pelo o que queres, custa saber que te deste a alguém e o resultado disso é nada, custa magoares pessoas pelo caminho - custa magoares pessoas que não o mereciam, que outrora já fizeram tudo por ti, mas não tens culpa de já não sentires o que outrora sentiste. Mas isso tudo faz parte do crescimento, faz parte de saberes quem és no mundo que te rodeia, e de quem queres ser no mundo.


Custa avançar ... mas tem de ser feito

domingo, 5 de junho de 2011

Sou uma cobarde ou sou uma resistente?

Sou uma cobarde ou sou uma resistente?

Ás vezes sinto-me como uma perfeita cobarde, uma cobarde por querer aparentar ser o que não sou.

Aparento ser uma pessoa com uma carapaça impenetrável, que nunca uma arma conseguirá perfurar, mesmo que essa arma seja um sentimento, um conhecimento de um suposto alguém, ou de uma nova suposta realidade.

Mas, o que de facto acontece é que sou uma perfeita cobarde, um coração mole, um coração fraco, uma naive puríssima, que acredita no bem, na razão, no amor, no conto de fadas que nunca virá - com o príncipe montado no cavalo branco.

Tenho tanta renitência em admitir o que sou! Porque tenho medo que as minhas "fraquezas" (susceptibilidades/medos/sonhos ) sejam catapultadas para o mundo exterior, que o meu "eu" se torne claro à frente dos outros, que consigam decifrar-me num piscar de olhos.

Porque aí vão perceber como sou! Ou porque aí vou sair lesada, não sei...

Mas não quero ser decifrável, quero viver no meu mundo, com as minhas pessoas! Sem ser decifrada..
Cometo todos os dia n de erros, erros atrás de erros, sem sequer me aperceber do que faço, ou de sequer pensar nas consequências que esses erros acarretam.

Será que isso faz de mim mais fraca ? Ou será que me tornam mais forte e mais sábia?

Não sei, só sei que ainda estou a descobrir ...